
Hoje, dia 21 de março, rezamos o sexto dia de nossa Novena ao Verbo Encarnado! Nesses nove dias rezaremos pela fidelidade de nossa Família Religiosa ao carisma fundacional e pelas vocações sacerdotais e religiosa de todo o mundo. Convidamos você a rezar conosco a Novena, colocando sua intenção particular. Nos preparemos juntos para celebrarmos o dia que o Verbo se fez carne para nos salvar da morte e do pecado. Sexto dia (21/03) Leitura: ... ao entrar no mundo, ele afirmou: Tu não quiseste sacrifício e oferenda. Tu, porém, formaste-me um corpo. Holocaustos e sacrifícios pelo pecado não foram do teu agrado. Por isso eu digo: Eis-me aqui, no rolo do livro está escrito a meu respeito: eu vim, ó Deus, para fazer a tua vontade... E graças a esta vontade é que somos santificados pela oferenda do corpo de Jesus Cristo, realizada uma vez por todas (Hb 10, 5-7.10). Meditação: “A majestade assume a humildade; o poder, a debilidade; a eternidade, a mortalidade; e, para saldar a dívida contraída por nossa condição pecadora, a natureza invulnerável se une à natureza passível; deste modo, como convinha para nosso remédio, o único e mesmo mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, também ele homem, pôde ser, ao mesmo tempo, mortal e imortal, porque n’Ele estava unida esta dupla condição” (São Leão Magno). Oração: Jesus Cristo, verdadeiro Sumo e Eterno Sacerdote, cuja unção sacerdotal aconteceu no mesmo instante de vossa Encarnação e desde esse momento já se preludiava vosso sacrifício redentor na Cruz, ouvi nossa súplica. Jesus, sacerdote eterno de cujo único sacerdócio participamos por derivação “de maneira verdadeira e real” todos os demais; que um dia, com inefável graça, nos dissestes: Vós sois meus amigos e nos chamastes a nos aperfeiçoar sendo, em Vós, “uma oferenda eterna para Deus”, “uma vítima viva e perfeita para o louvor de vossa glória”, concedei-nos viver nossa oferenda sacerdotal “permanentemente, sem diminuições nem retratações, sem reservas nem condições, sem subterfúgios nem demoras, sem retiradas nem lentidões”. Deus humanado, Vítima perfeita, concedei a nosso Instituto sacerdotes segundo vosso Coração: “que saciem seu espírito na Palavra de Deus, serviçais para com o próximo, solidários com todos os necessitados, promotores do laicato, com grande capacidade de diálogo, sem crise de identidade, desejosos da formação permanente, abandonados à Providência, amantes da liturgia católica, pregadores incansáveis, ‘caudalosos de espírito’, ‘com uma língua, lábios e sabedoria aos quais não possam resistir os inimigos da verdade’, de ubérrima fecundidade apostólica e vocacional, com ímpeto missionário e ecumênico, abertos a toda partícula de verdade onde quer que se encontre, com um amor preferencial para com os pobres, sem exclusivismos e sem exclusões, que vivam em cristalina e contagiosa alegria, em imperturbável paz, até nos mais árduos combates, em absoluta e irrestrita comunhão eclesiástica, incansavelmente evangelizadores e catequistas, amantes da cruz”. Tudo isso Vos pedimos; Vós, que viveis e reinais com o Pai e o Espírito Santo, pelos séculos dos séculos. Amém. Pai Nosso, Ave Maria, Glória.