
Embora tenha feito “um voto” de não comentar o sector que tutelou durante quatro anos – dois dos quais durante a pandemia –, Marta Temido não resiste a apontar a folga que a actual ministra da Saúde tem e atira que jamais lhe seria permitido continuar no cargo se, como Ana Paula Martins, tivesse dito que não tinha “um plano” para resolver um problema no Serviço Nacional de Saúde (SNS), como aconteceu com os problemas de falta de cirurgiões no hospital Amadora-Sintra. Em entrevista ao PÚBLICO/Renascença, a actual eurodeputada socialista defende a direcção executiva do SNS e admite que se “penitencia” pelas consequências do caso das gémeas para António Lacerda Sales. See omnystudio.com/listener for privacy information.