
Nuno Melo, ministro da Defesa e líder do CDS, confessa que "ninguém está confortável" com umas eleições legislativas antecipadas que não deviam existir e não arrisca falar em maioria absoluta num próximo ciclo, ao contrário do seu colega de governo Paulo Rangel. Em entrevista ao PÚBLICO/Renascença, o actual ministro e ex-eurodeputado defende Luís Montenegro na polémica sobre a empresa Spinumviva. Sobre defesa, deixa um aviso aos EUA e, embora aposte num serviço militar "profissional", admite estudar "outros modelos" se o contexto mundial sofrer uma "alteração grave". See omnystudio.com/listener for privacy information.