
Nesta rubrica Nuno Silva fala-nos do papel do novo programa Horizonte Europa na aproximação da indústria à academia e exploração da propriedade intelectual conjunta. Afirma que para os próximos sete anos (2021-2027) a competitividade industrial vai estar em foco na Europa, situação que se reflete no orçamento previsto para este pilar. Para o CTO da Efacec, a participação em programas europeus é uma garantia de risco calculado ao permitir explorar e articular novas soluções, que são validadas por um consórcio que preenche toda a cadeia de valor.