
1 João 4.20 Se alguém afirmar: "Eu amo a Deus", mas odiar seu irmão, é mentiroso, pois quem não ama seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê. Quem escreveu esse verso, lançou mão de recursos da lógica: Quem não ama o que vê, não pode amar algo ou alguém que não vê – é uma questão lógica! § O texto, sobretudo, ressalta a realidade ou a tendência humana de “afirmar amor” pelo invisível e a consequente dificuldade de “praticar amor”, valorizando e se atraindo sinceramente pelo visível! § Também faz pensar no discurso divorciado da prática! Diz amar a Deus – e nem o vê, e odeia ou trata com hostilidade o irmão – que pode ser visto diariamente. § Ainda o texto chama a atenção para o fato de que a prática humana do amor real, palpável, tangível é uma evidência de amor sincero a Deus! Ou seja, sua relação com o mundo visível expressa seu relacionamento com o universo invisível!