
Paulo escreveu que o fruto do Espírito também é DOMÍNIO PRÓPRIO! Na somatória de virtudes em que deve haver amor, alegria, paz, paciência, gentileza (benignidade), bondade e fidelidade, mansidão, Paulo fecha com o domínio próprio. O ciclo de virtudes que Paulo abriu com “amor” se fecha com “domínio próprio”. Na língua grega, domínio próprio é uma palavra só – egkráteia= autocontrole, domínio de si mesmo. Então, domínio próprio diz respeito ao comando que a pessoa tem sobre si mesma, sobre suas palavras, suas emoções, suas ações, suas reações... Mais difícil do que por freios em outra pessoa, é impor limites a si mesmo! Domínio próprio é a virtude que responde, que resolve e que reduz o impacto sobre si mesmo de obras da carne como ira, glutonaria, bebedice, impureza, prostituição! Algumas versões trazem a expressão “temperança”, que é a ideia de equilíbrio! Domínio próprio é a capacidade de criar uma contenção em torno de si! É não deixar-se dominar por nada que venha a te escravizar à condutas humanas e carnais! É o conceito expresso em Provérbio 25.28: “Como a cidade com seus muros derrubados, assim é quem não sabe dominar-se.” Provérbios 25.28 Se não tivermos domínio ou controle sobre nós mesmos, estamos sem defesa, muito vulneráveis– porque de fato estamos com “nossos muros derrubados”! O Espírito quer erguer essa proteção em torno de nós mesmos!