
Tornou-se comum entre os crentes a afirmação de que “não se faz mais pastor como antigamente”... Ainda que em algumas situações será preciso reconhecer que a afirmação é verdadeira, ela não representa a realidade total e não se deve generalizar... Não é que não se faz pastor como antigamente, mas na verdade NÃO SE FAZ PASTOR PARA ANTIGAMENTE, mas para o nosso tempo, para hoje e hoje muita coisa mudou: O Brasil mudou, a economia mudou, as Igrejas mudaram e VOCÊ TAMBÉM MUDOU! Cada tempo tem os seus desafios e o desafio da liderança é atender ao seu mundo dentro do tempo em que está! O texto que lemos apresenta 2 imperativos claros (no grego): 1. Obedecei 2. Sede submissos (este, uma palavra única no NT) A quem? Aos vossos guias, ou pastores ou ainda Líderes na Igreja!! (o NT sempre enfatiza uma liderança plural) E esse texto não é “filho único” – ou seja, não é só aqui que encontramos esse imperativo de obedecer a alguém que foi posto e reconhecido como líder do povo... Há outros como 1Co 16.16: “Recomendo-lhes, irmãos, que se submetam a pessoas como eles e a todos os que cooperam e trabalham conosco.” (falando da casa de Estéfanas) 1Ts 5.12-13: “Agora lhes pedimos, irmãos, que tenham consideração para com os que se esforçam no trabalho entre vocês, que os lideram no Senhor e os aconselham. Tenham-nos na mais alta estima, com amor, por causa do trabalho deles. Vivam em paz uns com os outros.” A relação pastor e Igreja nas igrejas nem sempre é amistosa! Ministérios curtos, divisões de Igreja, disputas de poder e ataques pessoais fazem parte da rotina de muitas Igrejas. Uma Igreja bíblica e madura é aquela que se relaciona de forma saudável com seus pastores!