
Vivemos um tempo no qual as pessoas resistem à conceitos e preceitos absolutos! Parece que todo mundo se sente mais confortável com opiniões e normas mais relativas. Para que se entenda a diferença, exemplifico: · Antes dava-se importância ao objeto da fé – ou seja, em que ou quem você crê? Hoje, atribui-se valor à fé, sem se importar em que: Deus, uma pirâmide, um cristal, uma planta, na Bíblia, nos espíritos dos mortos que influenciam e assombram os vivos, etc. · E, nessa toada, vai um monte de valores, antes considerados absolutos pela sociedade (nem era necessariamente pela Igreja!): casamento para vida inteira; sexo antes e fora do casamento; definição do que é um homem e uma mulher; sem contar os temas mais sérios como aborto e eutanásia. · Perdeu-se as fronteiras do que é bem e mal! · Faz lembrar o que Deus havia dito em Isaías 5.20: Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz e da luz, escuridade; põem o amargo por doce e o doce, por amargo! O texto de João 16 preserva muitas palavras de Jesus acerca do Espírito Santo que viria. Tais orientações de Jesus, na véspera de sua morte, explicitam alguns absolutos – verdades concretas – que precisamos recuperar!