
Antes de pensar em ressurreição, é preciso pensar na morte. Isso porque ressurreição é um contraponto da morte, só ressuscita quem primeiro morre! O que é a morte? Marca o fim da existência física presente Portanto, é o “fim do corpo natural” Envolve e resulta na DECOMPOSIÇÃO da matéria corpórea Morte é sempre indício de fim, de encerramento de uma história de vida! Mas observe: Toda a narrativa acerca de Jesus nos Evangelhos culmina na ressurreição Dele! A ressurreição foi o gran finale, o clímax, o ápice, o ponto mais importante, a demonstração de que o plano de Deus enviando Seu filho ao mundo foi bem sucedido! Pedro, em sua pregação dias mais tarde, usando como base o Salmo 16.10 que diz: “Pois não deixarás a minha alma na morte, nem permitirás que o teu Santo veja corrupção”, afirmava: “...prevendo isto, referiu-se à ressurreição de Cristo, que nem foi deixado na morte, nem o seu corpo experimentou corrupção.” (Atos 2.31) A ressurreição foi o apogeu da trajetória de Jesus na terra! Depois de castigarem e matarem o Filho de Deus, Ele reaparece vivo! Naturalmente, um assunto de tamanha importância que transcende o entendimento e as expectativas humanas, despertam várias reações na tentativa de explicar e até de negar o fato de que Jesus tenha mesmo ressuscitado. Ainda que muitas dessas explicações sejam do sec. XIX, é sempre bom recordá-las, porque vez por outra elas ressurgem e criam dúvidas na cabeça dos crentes: 1. Alguns argumentaram que Jesus não chegou a morrer na cruz e recobrou os sentidos no túmulo; 2. Outros reafirmaram o que as autoridades judaicas haviam afirmado e que se encontra em Mt 28.13, de que os discípulos roubaram o corpo de Jesus; 3. Ainda há daqueles que disseram que os discípulos foram no túmulo errado e, no caso, estava vazio; 4. Surgiram ainda aqueles que afirmavam que os discípulos experimentaram uma alucinação coletiva. Como responder a essas questões?