
Antes de acompanhar nesta quinta-feira (6/05/2021) o depoimento do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, na CPI da Covid, Mauren Xavier arrumou um tempinho para conversar sobre a cobertura jornalística das investigações. Ela é editora de Política do jornal Correio do Povo e a convidada deste episódio do #ConversaHumanista – publicado excepcionalmente na quinta justamente por conta da agenda atribulada da jornalista ante à cobertura. A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) criada para investigar as ações – e omissões – do Governo Bolsonaro em relação ao enfrentamento da pandemia de Coronavírus no Brasil foi criada em 13 de abril, sob polêmica, como o Humanista explicou. Na terça-feira (4/05/2021), começaram os depoimentos de testemunhas. Primeiro, foi ouvido o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta, durante mais de sete horas; seu sucessor, Nelson Teich, depôs no dia seguinte. Com mais de 410 mil mortos e quatro ministros da saúde, a pandemia é pauta diária nos jornais, com destaque agora para a CPI. E como os jornalistas fazem a cobertura de uma investigação tão importante para o país? É o que Mauren Xavier, que é também mestre em Comunicação Social pela PUCRS, ajuda os repórteres Henrique Letti e Stéfani Fontanive a responder. Ouça!