
O texto que lemos nos apresenta a esperança. Literalmente no v.1 está assim: “Esperando, eu esperei”. Das certezas que temos, uma delas é que o salmista não esperava alívio de nenhum outro senão de Deus; ou é Deus, ou nunca será feito. Veja Os 6.1. O poder suficiente que há em Deus para ajudar os mais fracos e a graça competente que há em Deus para ajudar os mais indignos de todo o seu povo, daqueles que confiam nEle, lhes concede esperar e ter paz de consciência, concede ter calados seus medos e acalmados os tumultos do espírito. Onde Deus deu uma esperança firme, ele espera que haja uma conversa constante e não somente isso, mas, como fruto bendito desse relacionamento, espera que tenhamos motivos para darmos a devida importância ao testemunho do louvor, ou ainda, às palavras que saem da nossa boca. O que tem acontecido com nossas palavras e qual o fruto que estão produzindo?