
A ideia mais comum de felicidade é a capacidade de comprar o que se quer. Ser uma pessoa bem-sucedida, com estabilidade financeira e bens materiais, é a imagem pintada de um ser humano pleno e feliz. É isso que é vendido a cada um de nós desde muito cedo. Fica até difícil imaginar que uma pessoa com recursos limitados possa ser feliz. A luz da palavra de Deus observamos exatamente o contrário do que é ensinado pela sociedade hedonista em que vivemos. Aprendemos através da vida de Paulo que felicidade para o cristão não está relacionada a quanto se tem guardado em um banco ou a capacidade que se tem de comprar algo, mas na verdade está relacionada com a confiança no senhorio de Deus sobre a vida do crente e a plena satisfação na pessoa de Jesus, e isso independentemente da situação vivida no momento. O desafio diário dos seguidores de Cristo é esse, viver de modo digno do evangelho mesmo que seja difícil nadar contra a maré. Precisamos ser satisfeitos em Cristo, sendo bons mordomos e administrando com responsabilidade tudo que Deus nos entrega. Somente assim, a caminhada rumo a felicidade vai estar sendo trilhada, pois não está sendo pautada no que é terreno, mas no que é eterno.