
Em Deus, meu pranto se torna um caminho pra transformação. Mas é preciso entender que isso não se limita a minha própria dor. Somos chamados a aprender a sofrer com o próximo. A prantear seus prantos e ter suas dores como parte da nossa. No hospital da graça, aprendemos que somos curados enquanto curamos. Temos as dores atadas enquanto atamos a do próximo. O ponto em comum que torna isso possível é aquilo que nos une: Deus. Deus se torna parte de nosso pranto e nos convida a aprender a dançar - não a sós, mas com os outros, compartilhando da compaixão de Deus, tanto dando quanto recebendo.