
Trienal C – 6º Domingo de Páscoa – Apocalipse 21.9-14,21-27. 🌅 A EPÍSTOLA DA SEMANA 🌅 [Em hebraico, o nome Jerusalém é Yerushalaim, forma que indica "um par de Jerusaléns". Alguns estudiosos veem nisso uma referência histórica à Jerusalém terrena — imperfeita, rebelde e passageira — e uma referência profética à Jerusalém celestial — perfeita, fiel e eterna. O trecho a seguir descreve figuradamente a Jerusalém celestial, lugar da morada de Deus com aqueles cujos nomes estão escritos no Livro da Vida.] Apocalipse 21.9-14,21-27 A nova Jerusalém "Um dos sete anjos que tinham as sete taças cheias das últimas sete pragas veio e me disse: — Venha, e eu lhe mostrarei a Noiva, a Esposa do Cordeiro. Então o Espírito de Deus me dominou, e o anjo me levou para uma montanha grande e muito alta. Ele me mostrou Jerusalém, a Cidade Santa, que descia do céu e vinha de Deus, brilhando com a glória de Deus. A cidade brilhava como uma pedra preciosa, como uma pedra de jaspe, clara como cristal. Ela era cercada por uma muralha muito alta e grande, com doze portões, guardados por doze anjos. Nos portões estavam escritos os nomes das doze tribos do povo de Israel. Havia três portões de cada lado: três ao norte, três ao sul, três a leste e três a oeste. A muralha da cidade estava construída sobre doze rochas, nas quais estavam escritos os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro. O anjo que falou comigo levava consigo uma vara de ouro para medir a cidade, os seus portões e a muralha. A cidade era quadrada, pois o seu comprimento era igual à sua largura. O anjo mediu a cidade com a vara de ouro e viu que media dois mil e duzentos quilômetros. O seu comprimento, largura e altura eram iguais. O anjo mediu também a muralha e viu que tinha sessenta e quatro metros de largura, conforme as medidas comuns que o anjo estava usando. Os doze portões são doze pérolas. E cada um desses portões era feito de uma só pérola. A rua principal era de ouro puro, claro como vidro. Não vi nenhum templo na cidade, pois o seu templo é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, e o Cordeiro. A cidade não precisa de sol nem de lua para a iluminarem, pois a glória de Deus brilha sobre ela, e o Cordeiro é o seu candelabro. Os povos do mundo andarão na luz dela, e os reis da terra vão lhe trazer as suas riquezas. Os portões da cidade estarão sempre abertos o dia inteiro. Não se fecharão porque ali não haverá noite. As nações vão trazer os seus tesouros e as suas riquezas para a cidade. Porém nela não entrará nada que seja impuro nem ninguém que faça coisas vergonhosas ou que conte mentiras. Entrarão na cidade somente as pessoas que têm o seu nome escrito no Livro da Vida, o qual pertence ao Cordeiro." CEL REDENTOR — congregar, crescer e servir.