
A multidão estava certa sobre quem Jesus era. Estava profundamente enganada sobre o que isso significava. Neste Domingo de Ramos, o texto de João nos mostra um Rei que entra na cidade não como mero libertador político, mas como o Deus de Israel descendo nas nuvens — sobre ramos de palmeira estendidos no chão, cavalgando como Yahweh cavalga: em poder, para salvar. Um Rei que não vem de cavalo de guerra, mas de jumento. Que não destrói os seus inimigos com a espada, mas morre por eles — e ressuscita sobre eles. O mundo inteiro foi após ele. E nós também.