
Este artigo de revisão analisa como o exercício físico atua como um agente neuroprotetor no combate às doenças de Alzheimer e Parkinson. Os autores explicam que a atividade física regular consegue modular a microglia, transformando seu estado de uma resposta inflamatória tóxica para uma função de reparo celular. Essa mudança biológica resulta na redução de citocinas pró-inflamatórias e no aumento de fatores benéficos, como a proteína BDNF e a interleucina IL-10. Como consequência, observa-se a diminuição de placas amiloides e a regeneração de neurônios dopaminérgicos, retardando a progressão dessas patologias. Assim, o texto consolida o esporte como uma estratégia não farmacológica essencial para melhorar a saúde cerebral e a qualidade de vida dos pacientes.