
Neste episódio, conversamos sobre como ampliar o acesso à ciência e à filantropia exige, antes de tudo, por reconhecer e valorizar a diversidade de gênero, raça, território e saberes. A partir das experiências da Women in Action no INSPER e da Rede Comuá, refletimos sobre o que significa, na prática, construir ambientes acolhedores, apoiar quem já está inovando nos territórios e produzir conhecimento que realmente transforme realidades. Você vai ouvir sobre: Por que não basta abrir vagas para mulheres e grupos diversos na ciência se o ambiente não for seguro e acolhedor; A importância de redes de apoio, tanto para impulsionar quanto para amparar quem está inovando; Como a Rede Comuá fortalece lideranças comunitárias e reconhece saberes não acadêmicos como parte legítima da produção de conhecimento; O papel da filantropia como capital catalítico, que não substitui o poder público, mas abre caminhos e aposta em soluções reais criadas por quem vive os desafios; A urgência de uma ciência intencionalmente diversa para que as respostas estejam mais conectadas às demandas locais. Convidados: Tania Haddad Nobre, primeira mulher a presidir o Conselho Deliberativo do Insper, com uma trajetória marcada por ações em prol da inclusão de mulheres na ciência e educação, além de liderar iniciativas filantrópicas na KPX e Haddad Foundation. Jonathas Azevedo, diretor executivo da Rede Comuá, ativista por uma filantropia voltada à justiça socioambiental, com atuação internacional e foco em inovação social e defesa de direitos. Vem refletir com a gente sobre como construir um ecossistema científico mais diverso, justo e inovador. Saiba mais: Women in ActionRede Comuá Assista a entrevista no YouTube da Wylinka e siga @wylinka e @impactocientifico