
À primeira vista, bem e mal parecem lados claramente distintos. Na verdade, eles possuem suas sutilezas. Hannah Arendt popularizou a ideia de banalidade do mal, aquela ação que claramente prejudica os outros, mas que é feita de maneira irrefletida, e tomou como caso exemplar o julgamento de Eichmann, que se defendia dizendo estar apenas seguindo ordens. Agora, como será que isso funciona no caso das boas ações? No podcast desta sexta conversamos sobre esta possibilidade e a batizamos de "banalidade do bem". Participantes Rafael Lauro Rafael Trindade Links Texto lido Live no YouTube Outros Links Ficha Técnica Capa: Felipe Franco Edição: Pedro Janczur Mailing: Adriana Vasconcellos Ass. Produção: Bru Almeida Texto: Rafael Trindade Gosta do nosso programa? Contribua para que ele continue existindo, seja um assinante! Support the show