
Gostar da palavra é também odiá-la um pouco. Ela funciona bem na comunicação do dia-a-dia, mas ao tentar falar das coisas mais importantes (como o amor) ela inevitavelmente falha. É que a vida é muita. Lindo nem sempre basta. Então a gente improvisa um lindíssimo, e trabalha a linguagem até fazer ela servir para coisas para as quais não foi inventada. O superlativo é uma invenção da voz, que guarda como embrião o processo da escrita. No programa desta sexta, conversamos sobre essa tentativa amalucada de escrever sobre as coisas realmente importantes, isto é, de fazer o camelo passar pelo buraco da agulha. Participantes Flavia Saiani Rafael Lauro Rafael Trindade Links Texto lido Outros Links Ficha Técnica Capa: Felipe Franco Edição: Pedro Janczur Ass. Produção: Bru Almeida Texto: Rafael Lauro Gosta do nosso programa? Contribua para que ele continue existindo, seja um assinante! Support the show