
Para compreender o que Espinosa chama de afeto, é preciso distinguir o conceito da ideia habitual que fazemos dos sentimentos. A alegria não tem imagem; a tristeza tampouco. Podemos sorrir de desespero, tanto quanto chorar de admiração. Em outras palavras, não é simples correlacionar as expressões costumeiras de felicidade e infelicidade aos afetos de alegria e tristeza. A conclusão lógica é que uma poesia, mesmo triste, pode ser resultado de um processo expansivo, que o filósofo chamaria de alegria. Mas permanece um incômodo: a tristeza nunca pode ser boa? Participantes Rafael Lauro Rafael Trindade Gabi Jacques Links Texto lido Outros Links Ficha Técnica Capa: Felipe Franco Edição: Pedro Janczur Ass. Produção: Bru Almeida Texto: Rafael Lauro Gosta do nosso programa? Contribua para que ele continue existindo, seja um assinante! Support the show