
Ao longo da história, os sonhos foram fonte de curiosidade, inspiração e, inclusive, considerados na tomada de decisões importantes. A partir do Iluminismo e da supervalorização da racionalização, colocamos os sonhos no campo místico e paramos de levá-los “a sério”. Mas o que eles podem dizer sobre nós, o que sentimos e a forma como nos relacionamos com o mundo? E como eles estão relacionados com o campo das artes? Para falar sobre isso, convidamos o psicoterapeuta junguiano Nathanael Cabrera para conversar com a gente. Confere! Aliás, o que você tem sonhado nessa quarentena? Conta pra gente!