
Em uma era impulsionada por inteligência artificial, computação em nuvem e volumes massivos de dados, a infraestrutura de TI deixou de ser um centro de suporte e passou a determinar a velocidade de inovação e a continuidade dos negócios. A rápida evolução do mercado exige que organizações modernizem suas bases tecnológicas sem paralisar as operações diárias, garantindo resiliência cibernética, alta disponibilidade e controle de custos. De acordo com um estudo recente do Gartner (The 2026 CIO Agenda: Agility, Risk and Tenacity), a aceleração de ferramentas como IA generativa e assistentes virtuais expôs os gargalos das arquiteturas legadas. O relatório revela que as empresas enfrentam um cenário de mudança constante de prioridades no meio do ciclo, em que mais de 60% dos executivos de tecnologia precisam ajustar seus planos anuais em andamento para garantir a estabilidade operacional enquanto investem em modernização. O painel aborda como grandes organizações estão equilibrando a sustentação de sistemas legados com a migração para infraestruturas resilientes e escaláveis.