
Além de nos deixar os nervos em franja, partilhar a vida com uma pessoa muito desarrumada é mesmo uma questão de saúde mental? Bom, depende. Se isso afetar o espaço comum e se transformar o dia a dia num desafio constante, então há um problema para resolver. Quer na sala e na cozinha, quer dentro da nossa cabeça. Mas... e quando o outro é excessivamente arrumado? Será essa uma forma de compensar a confusão interior? O que fazer nestes casos?