
Pensar a longo prazo: essa é a proposta da Fundação Ezute, uma organização privada sem fins lucrativos cujo trabalho é buscar soluções tecnológicas para problemas enfrentados pelas instituições brasileiras, especialmente as públicas. Criada há 21 anos para integrar o Sistema de Vigilância da Amazônia (Sivam), a empresa possui cinco principais eixos de atuação – Aplicação de systems engineering; Gestão de projetos complexos; Absorção, gerenciamento e transferência de tecnologia; Pesquisa, desenvolvimento e inovação;e Ensino e capacitação. Entre seus principais projetos, destacam-se o SIGA Saúde e Bilhete Único, ambos em São Paulo, e as Olimpíadas Rio 2016. Para conhecer melhor o trabalho da organização, o Instituto Millenium conversou com o executivo de Concessões e Parcerias Público-Privadas (PPP’s) da empresa, Thomas Strasser. O executivo explicou a importância da implementação de projetos sistêmicos para o planejamento econômico e efetivo das organizações, especialmente públicas. “Cada vez mais precisamos desenvolver a visão de longo prazo para tratar os problemas do país que são complexos. A Ezute ajuda os órgãos públicos a implementar esses projetos aumentando a produtividade e efetividade com aplicação de tecnologia e gestão, promovendo a integração de diversas ações e garantindo o melhor uso do dinheiro público”, diz.