
Costumamos confundir a liberdade com fazer o que quiser, na hora que quiser, do jeito que quiser, "doa a quem doer" como uma criança que busca se saciar o tempo todo. Porém, na verdade, isto é a ditatura da própria vontade, é uma desculpa para não ter que entrar na difícil e necessária escola do autodomínio. "A castidade implica uma aprendizagem do domínio de si, que é uma pedagogia da liberdade humana. A alternativa é clara: ou o homem comanda as suas paixões e alcança a paz, ou se deixa dominar por elas e torna-se infeliz." (CIC 2339) Num relacionamento como o namoro, a espera leva ao diálogo, o diálogo gera o conhecimento e o conhecimento mútuo gera o amor puro e verdadeiro, ou seja, a castidade. Quem ama de verdade o outro, aprende a ouvir, a calar, a falar olhando nos olhos do outro, não se baseia apenas no corpo ou na atração física, não age com violência, não tem medo de mostrar as fraquezas ou de perder a afeição do outro. O namoro não existe para uma pessoa ser amada por primeiro, mas para amar e por consequência, receber o amor do outro. E é por isso que a vivência da castidade é tão importante, pois ela protege a integridade da pessoa e integralidade na doação. Tudo que torna o homem infeliz, a Igreja chama de pecado, não para tolher o ser humano, muitíssimo pelo contrário, pois a castidade não corta as asas, mas dá a capacidade de voar de verdade! Escute esse testemunho de um casal feliz que fez e faz a feliz escolha de viver a castidade!