
A reflexão sobre os conflitos na luta pela terra vivenciados pelo Povo Avá-Guarani no Oeste do Paraná, bem como sobre os bloqueios de suas falas e os obstáculos jurídicos para o reconhecimento de seus direitos, no contexto da expropriação territorial provocado, principalmente, pelo alagamento promovido pela Usina Hidrelétrica de Itaipu, uma empresa binacional. Parto da hipótese de que esse evento histórico também simboliza um continuum de um processo de colonização e segregação racial que expõe as contradições da racionalidade de uma sociedade racializada. Faço isso sob a perspectiva da minha atuação enquanto advogado popular no contexto de assessoria jurídica da organização indígena Comissão Guarani Yvyrupa que justifica minha aproximação com os Avá-Guarani e me colocou em contato com fatos e situações que tenho vivenciado com esse trabalho. O viés anti racista é importante para este trabalho, por isso, possuem relevante importância o fato de me colocar enquanto sujeito e ator implicado, e os conceitos de racismo estrutural, necropolítica e o que chamo aqui de "palavras alagadas" Faça parte do projeto Inteligência Acima da Mídia. Torne-se membro do Clube de canais I.AM - https://bit.ly/SejaMembrodaIAM Faça uma assinatura solidária do nosso canal: https://bit.ly/assinaturasolidaria Siga a I.AM nas redes: Youtube: http://bit.ly/YouTubedaIAM Facebook: https://bit.ly/facebookdaIAM Instagram: http://bit.ly/instagramdaIAM Twitter: http://bit.ly/twitterdaIAM SpotiFy: http://bit.ly/SpotiFydaIAM