
Há mais ou menos um ano, comecei a me aventurar por territórios do outro, desconhecidos outros, invisíveis, talvez esquecidos ou voluntariamente escondidos por nós, sociedade brasileira que se orgulha do jeitinho festivo e acolhedor aos outros, mas que se nega a conviver com outras formas de existir. Outros corpos, outros sentidos e maneiras de estar no mundo.