
Quando a Justiça portuguesa falha e condena um cidadão que, posteriormente, em tribunais internacionais é considerado inocente e há obrigatoriedade de reverter as decisões dos tribunais e juizes nacionais, qual é o custo para o erário público? Qual a erosão para uma justiça em si mesmo já moribunda? E que tipo de confiança pode ter um cidadão quando os juízes funcionam e se defendem de forma corporativa? Que ligações há extra justiça que instrumentaliza a mesma?