
“Brasil amado não porque seja minha pátria, Pátria é acaso de migrações [...]” e cá estamos, há milhares de quilômetros de distância, mortas de saudades. Imigração é deslocar-se, é desconstruir-se até quase forjar uma nova persona. MEDO, porém, bem revelador. Como se reconectar às suas quando estamos tão distantes? Como celebrar essa brasilidade viadesca tão longe de “casa”? Celebramos essa latinidade toda numa língua estrangeira, essa do país que nos acolhe? AIIIII, vem com a gente na neura. **Inspo Texto: “O poeta come amendoim” de Carlos Drummond de Andrade Recomendações: Nátaly Neri - BRECHÓ vai ACABAR se todo MUNDO usar? A mulher na janela E se eu fosse pur(t)a - Amara Moira Nossos Canais: BLOGZINE: https://miranda-says.com/ INSTAGRAM: https://www.instagram.com/jogandoafranjaimaginaria/ FACEBOOK: https://www.facebook.com/Jogando-A-Franja-Imagin%C3%A1ria-103810135208318 SPOTFY: https://open.spotify.com/show/1UiPnq2GcbSn2yCEwQdqD9 APPLE PODCASTS: https://podcasts.apple.com/us/podcast/jogando-a-franja-imaginária/id1566487236 JOGANDO A FRANJA IMAGINARIA: https://anchor.fm/jogando-franja-imaginaria Créditos: Música tema: Lonely Nights Silent Partner (No Copyright Music) - Ilustração: Jessi Jukes