
Edival Nunes Cajá, presidente do Centro Cultural Manoel Lisboa e membro do Comitê Central do Partido Comunista Revolucionário, fala sobre o contexto político de quando se tornou militante comunista. Entre várias outras questões, Cajá cita o plebiscito do Jango em 1963, o golpe de 64, o decreto lei da Ditadura que pôs na ilegalidade as entidades estudantis, a tentativa de privatizar as universidades brasileiras com o acordo MEC-USAID, o endividamento do Brasil promovido pelos generais fascistas e a luta pela liberdade. Cajá conta de uma passagem em sala de um diretor da UBES decisiva para sua militância e de como finalmente encontra o PCR e decide dedicar sua vida à construção do Socialismo em nosso país. 🌐 averdade.org.br 📡 fb.com/AVerdadeJornal/ 📸 @jornalaverdade_ 🥏 Adicione o número do Jornal em seu WhatsApp: 11 99113-2272 e nos envie seu nome para receber nossos boletins! Edição: Caio Tinton Locução: Natália Pires Redação: Natália Pires e Lucas Marcelino