
A edição do Jornal Jovem Pan desta quinta-feira (12) traz os principais destaques do Brasil e do mundo. O ministro Dias Toffoli deixou oficialmente a relatoria do inquérito que investiga as fraudes bilionárias no Banco Master nesta quinta-feira, dia 12 de fevereiro. A decisão foi anunciada após uma reunião administrativa de emergência convocada pelo presidente da Corte, Edson Fachin, que contou com a participação de todos os dez ministros. Em nota conjunta, os magistrados negaram a existência de suspeição ou impedimento legal de Toffoli, reafirmando o apoio institucional ao colega, mas informaram que o próprio ministro solicitou a redistribuição dos processos para preservar os "altos interesses institucionais" do tribunal diante do desgaste causado pelas recentes revelações. O ministro Dias Toffoli divulgou uma nota oficial nesta quinta-feira, dia 12 de fevereiro, na qual confirma ser acionista da Maridt, uma empresa de capital fechado administrada por seus familiares. O documento foi publicado após a Polícia Federal enviar ao Supremo Tribunal Federal relatórios que apontam pagamentos da empresa ligados à venda de uma participação no Resort Tayayá, no Paraná, a um fundo de investimentos controlado por Fabiano Zettel, cunhado do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. Em entrevista exclusiva à Jovem Pan, o procurador de Justiça do Ministério Público de São Paulo e presidente do Instituto Não Aceito Corrupção, Roberto Livianu, analisou o impacto da saída do ministro Dias Toffoli da relatoria do Caso Master. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, afirmou nesta quinta-feira, dia 12 de fevereiro, que os partidos aliados possuem total liberdade para indicar seus próprios candidatos e discutir composições de chapa. A declaração foi feita durante entrevista ao programa Pânico, da Jovem Pan, em resposta ao movimento de siglas do Centrão que buscam protagonismo na corrida eleitoral de 2026. Flávio ressaltou que, embora existam "oportunistas" no cenário político, ele é realista quanto à necessidade de construir uma coalizão ampla para enfrentar o atual governo. "Tenho a consciência que, sozinhos, não chegamos em lugar nenhum", declarou o parlamentar. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva intensificou nesta quinta-feira, dia 12 de fevereiro, as articulações para convencer o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) a disputar o governo de Minas Gerais em 2026. Em reunião reservada no Palácio do Planalto, Lula reforçou que Pacheco é o seu "plano A" e a figura pública mais qualificada para unificar a base governista no segundo maior colégio eleitoral do país. O petista vê no senador o nome ideal para enfrentar o grupo político do governador Romeu Zema e garantir um palanque forte para sua própria campanha de reeleição, em um estado que historicamente define o resultado da disputa presidencial. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou nesta quinta-feira, dia 12 de fevereiro, os pedidos de liminar que buscavam suspender o desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói. As ações, movidas pelos partidos Novo e Missão, alegavam que o enredo "Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil" configurava propaganda eleitoral antecipada e abuso de poder político e econômico. Essas e outras notícias você confere no Jornal Jovem Pan. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices