
A edição do Jornal Jovem Pan desta sexta-feira (13) traz os principais destaques do Brasil e do mundo. O ministro Dias Toffoli negou nesta sexta-feira, 13 de fevereiro, ter gravado ou vazado o áudio da reunião reservada entre integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF), que resultou em seu afastamento da relatoria do Caso Master. As suspeitas surgiram após o portal Poder360 publicar diálogos literais do encontro. Em nota, Toffoli classificou as acusações como “absolutamente inverídicas” e sugeriu que o vazamento possa ter ocorrido por falhas técnicas na Corte. “Nunca gravei uma conversa na minha vida”, afirmou. O ministro André Mendonça, novo relator da Operação Compliance Zero (Caso Master) no STF, realizou sua primeira reunião com delegados da Polícia Federal nesta sexta-feira. O objetivo foi atualizar o andamento das investigações e analisar provas extraídas do celular do banqueiro Daniel Vorcaro. Mendonça assumiu o caso após Toffoli deixar a relatoria em meio à crise provocada pelo vazamento de áudios da reunião interna da Corte. A oposição no Congresso comemorou a escolha de André Mendonça para relatar a Operação Compliance Zero. Sorteado eletronicamente após a saída de Toffoli, o ministro foi visto por parlamentares da direita e do centro-direita como um símbolo de “transparência”. O líder da oposição na Câmara, Cabo Gilberto Silva (PL-PB), afirmou que a troca pode garantir investigações sem suspeitas de conflito de interesse no caso do rombo bilionário do Banco Master. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva demonstrou irritação com a condução das investigações da Polícia Federal que atingiram Dias Toffoli. Em conversas com aliados, criticou o que chamou de “investigação à revelia” e avaliou que a corporação ultrapassou limites institucionais ao apurar fatos envolvendo um ministro do STF sem autorização judicial prévia, o que poderia afetar a harmonia entre os Poderes. O ministro Flávio Dino votou nesta sexta-feira para afastar a aplicação da Lei da Anistia a crimes permanentes cometidos durante a ditadura militar, como ocultação de cadáver e sequestro. Em voto no plenário virtual, argumentou que a lei de 1979 fixou marco temporal até agosto daquele ano e que crimes que continuam em curso não podem ser anistiados. Dino afirmou que a norma não pode servir de “salvo-conduto” para infrações ainda não encerradas, citando casos como o de Rubens Paiva. A tramitação do acordo entre Mercosul e União Europeia deve avançar na Câmara após o Carnaval. A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, indicou que o envio do texto ao Congresso é prioridade do governo para destravar a pauta econômica, em meio a questionamentos no Parlamento Europeu. A expectativa é ampliar o acesso ao mercado internacional, especialmente para o setor agropecuário. O ministro do Empreendedorismo, Márcio França (PSB), afirmou em entrevista à revista Veja que o presidente Lula não pode errar na escolha do candidato para enfrentar o grupo do governador Tarcísio de Freitas em São Paulo. Segundo ele, o peso eleitoral do estado — que concentra quase 25% do eleitorado — torna a decisão estratégica para a disputa local e para a própria reeleição presidencial. O Palácio do Planalto determinou que ministros e ocupantes de cargos federais não participem do desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que homenageará Lula com o enredo “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”. A decisão foi tomada após alerta da AGU sobre risco de caracterização de propaganda eleitoral antecipada ou abuso de poder político. Representantes de blocos tradicionais e o Fórum Aberto dos Blocos de Carnaval de São Paulo criticaram a gestão Ricardo Nunes no início do Carnaval. Em manifesto, acusam a prefeitura de “sufocar a cultura de rua” e pedem a criação de um canal permanente de diálogo. Essas e outras notícias você confere no Jornal Jovem Pan. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices