
A edição do Jornal Jovem Pan desta terça-feira (25) traz os principais destaques do Brasil e do mundo: O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) iniciou o cumprimento da pena de 27 anos e 3 meses de prisão na sede da Polícia Federal (PF), em Brasília. A punição decorre de sua condenação por liderar a trama golpista, cuja decisão transitou em julgado na última semana, encerrando os recursos no Supremo Tribunal Federal (STF). Bolsonaro, que havia sido preso preventivamente no sábado (22), foi notificado da conversão da prisão em cumprimento de pena. O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), marcou as datas para a sabatina e a votação da indicação de Jorge Messias ao STF. Messias, atual Advogado-Geral da União (AGU), foi escolhido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ocupar a vaga deixada por Luís Roberto Barroso. O indicado ao STF, Jorge Messias, afirmou que irá dialogar com senadores da oposição antes da sabatina na CCJ. A estratégia busca reduzir resistências e garantir os votos necessários para sua aprovação no Senado. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), intensificou a articulação política em defesa de Jair Bolsonaro, que começou a cumprir pena de 27 anos na PF. Tarcísio defendeu que Bolsonaro seja transferido para prisão domiciliar e anunciou que irá atuar pela aprovação de um projeto de anistia no Congresso. Reportagem de Júlia Fermino. O deputado federal e ex-diretor da Abin, Alexandre Ramagem (PL-RJ), é considerado foragido da Justiça após a PF não tê-lo localizado para cumprir o mandado de prisão preventiva decretado pelo ministro Alexandre de Moraes (STF). O advogado criminalista Fernando Castelo Branco avaliou o início do cumprimento da pena de Bolsonaro e defendeu a legalidade do processo, afirmando que “houve uma tramitação firme e bem ajustada” no STF. O criminalista destacou que a condenação por liderar a trama golpista seguiu o “devido processo legal”. O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSOL), acusou o relator da PL Antifacção, deputado Guilherme Derrite (Progressistas-SP), de propor alterações que, segundo ele, buscam “blindar” o crime organizado. Boulos afirmou que as mudanças dificultariam investigações da Polícia Federal. Essas e outras notícias você confere no Jornal Jovem Pan. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices