
Sem vínculo com o SUS, comunidades terapêuticas receberam mais de R$3 milhões nos últimos dois anos no Rio. Os estabelecimentos adotam abstinência, isolamento social e rotina religiosa como tratamento, em desacordo com a política antidrogas e o estado laico. Confira dados de um novo estudo divulgado recentemente nesta edição especial do podcast Tá na Rede!