
Superada a resistência por si mesma, a próxima fase é organizar a reação a este período obscurantista social e politicamente pelo qual atravessa o Brasil. Na ponta, ali nas ruas, o ativismo político mostra-se instrumento indispensável no processo de conquista que acaba rolando entre o agente defensor da mudança (o ativista) e a pessoa atraída pelas ideias colocadas em discussão. Nesta edição do #ClubeDaEsquerda, o ativista político e social André Constantine, do movimento Favela não se Cala e Babilônia Utopia, conversa com os cronistas sobre o papel do ativismo na reação (para ontem) à agenda destruidora da extrema-direita brasileira, personificada por Jair Bolsonaro, e na construção de um País de desenvolvimento inclusivo e sustentável.