
Quem pariu mantém e balance é o ditado popular. Em 2016 a Petrobras “pariu” uma política de preços que vincula o preço de seus derivados de petróleo à cotação do barril no mercado internacional e à flutuação do dólar, e desde então a tem mantido e balançado com a contribuição de agentes do (des)governo e Congresso. O contexto pandêmico e a escalada da inflação mundial aceleraram um processo inerente àquela escolha da diretoria da Petrobras: o constante aumento nos preços dos combustíveis. Como o deus Mercado não permite alterar a estratégia de preços, o (des)governo trava uma queda de braço com os estados para reduzir, na marra, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS dos combustíveis. No #BlocoDeNotas, a decisão do STF que, a princípio, favorece Bolsonaro e a votação de vetos presidenciais em sessão do Congresso. O #DaPráticaPolítica é a coluna semanal do cronista Claudio Porto. Torne-se membro(a) do canal: https://bit.ly/3cs3Mfe PIX: pix@jcronistas.com. IBAN: BR8733923798000000473970238C1.