
No Brasil a pandemia do novo coronavírus não necessariamente inicia uma crise. Por aqui, acrescenta o aspecto sanitário a um ambiente quase que permanente de crise social e econômica que, em maior e menor grau, atinge todo o conjunto da sociedade brasileira. Se ao longo dos meses sob o contexto da pandemia observa-se certa omissão dos gestores em intervir para garantir o mínimo de estabilidade, quando se olha para as próximas semanas, já no campo das perspectivas, urge a necessidade de que se faça algo porque senão estaremos (já não estamos?) condenados(as) à estagnação. Economista e professor associado do Departamento de Economia da Universidade de Brasília – UnB, José Luis Oreiro participa desta edição do #JCExpress para falar sobre as perspectivas econômicas do Brasil pós-pandemia e como o novo coronavírus agrava o que já não estava indo bem.