
Indispensável à vida no Planeta Terra, a água no Brasil do Aquífero Guarani (mais de um milhão de km² de extensão) corre sério risco de se tornar um recurso não apenas escasso, mas restrito a poucos privilegiados. Com a aprovação do tal “Marco Regulatório do Saneamento Básico” pelo Congresso Nacional, o processo de privatização, em marcha há algum tempo, ganha sua verniz cor legalidade, tom “segurança jurídica”. Também na mira dos privatistas de plantão, a educação no (des)governo Bolsonaro aparenta estar ao relento enquanto, sem a devida atenção da opinião pública, correm livres, leves e soltos os principais interessados em estabelecer como irreversível a comercialização dos serviços da área. Neste #JCExpress, os cronistas conversam com o pesquisador independente Daniel Simões (conheça o canal: https://bit.ly/3imSfSc ) sobre a privatização dos serviços de abastecimento de água e saneamento básico e da educação brasileira e como este movimento está incluído em uma agenda com atores globais.