
Parte significativa da distopia brasileira é a maneira com que se naturalizaram mentiras em nome do sucateamento de serviços públicos essenciais para o atendimento de interesses corporativos. Temos um cenário em que se investe mais em "defesa" do que em saúde e educação. Corta-se verba destas áreas fundamentais enquanto bancos recebem aporte na casa dos trilhões e dívidas de igrejas, que já não pagam impostos, são perdoadas, parte de ideologismo e elitismo que caracterizam o poder central no Brasil desde o golpe e, agora, de forma aprofundada no (des)governo Bolsonaro. Para falar sobre esses ataques, este #JCExpress conta com a participação do economista e pesquisador do Instituto Pesquisa Econômica Aplicada - IPEA Carlos Ocké, também ex-diretor do Departamento de Economia da Saúde, Investimentos e Desenvolvimento - DESID do ministério da Saúde, ex-assessor econômico da presidência da Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS, presidente da Associação Brasileira de Economia da Saúde - ABrES entre 2016 e 2018, e autor do livro "SUS: o desafio de ser único".