
Roberto Campos Neto é o primeiro presidente da versão autônoma do Banco Central e seu mandato termina em dezembro de 2024. Até lá, mantendo-se o estado de coisas, em que não há disposição para bancar a demissão de Campos Neto, o presidente da República terá de conciliar sua agenda econômica com as decisões da autoridade monetária. O estresse permanente entre governo e BC, aliado a postura um tanto questionável pelo lado da pretensa independência de Campos Neto, tem rendido trocas de farpas que parecem não ter fim. O economista e professor associado do Departamento de Economia da Universidade de Brasília – UnB José Luís Oreiro aborda, no #JCExpress, os reflexos da postura de Campos Neto no BC e a chegada de Gabriel Galípolo na diretoria do Banco. Torne-se membro(a) do canal: https://bit.ly/3cs3Mfe PIX: pix@jcronistas.com. IBAN: BR8733923798000000473970238C1.