
Com regras que controlam as despesas públicas e também a expansão do Estado pelos próximos anos, o arcabouço fiscal apresentado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, está longe de ter agradado a todos, mesmo após dias de acaloradas discussões entre os membros do governo Lula e lideranças do Congresso Nacional. A substituta do famigerado Teto de Gastos promete não apenas zerar o déficit fiscal como imprimir uma série de superávits primários já a partir de 2025, além de estabelecer um piso e um teto para o crescimento real das despesas. Para uma conversa sobre pontos da tão aguardada e cobrada regra fiscal, este #JCExpress conta com a participação do professor associado do Departamento de Economia da Universidade de Brasília, José Luís Oreiro. Torne-se membro(a) do canal: https://bit.ly/3cs3Mfe PIX: pix@jcronistas.com. IBAN: BR8733923798000000473970238C1.