
Três dos principais ativos do patrimônio público dos brasileiros estão, de vez, na pauta de entregas do (des)governo Bolsonaro. Todos os indícios levam a crer que se não houver mobilização contrária não demorará muito para a consumação da privatização ou, como preferem hoje em dia, a conclusão dos tais processos de “desestatização”, o eufemismo da vez. Neste #RedaçãoJC os cronistas repercutem a agitada semana em torno das estatais e o que esperar das próximas; a forçação de barra em relação ao imunizante da estadunidense Pfizer, além do bombardeio estadunidense à Síria.