
Insegurança e venda de artigos ilegais são razões apontadas pela Câmara Municipal do Porto para encerrar a Feira do Cerco, em Campanhã, no final do ano. Os feirantes contestam que esse seja o clima e queixam-se da limitação do espaço que ocupam na Alameda de Cartes. Em 2022, promete a autarquia, nascerá um "feiródromo" em Campanhã. Também disponível em jpn.up.pt Esta reportagem foi realizada no âmbito da disciplina de AIJ Rádio – 3º ano