
As cardiopatias congênitas atingem cerca de 30 mil recém-nascidos por ano no Brasil, segundo o Ministério da Saúde. Em torno de 6% dessas crianças não sobrevivem ao primeiro ano de vida. A doença é uma das principais preocupações da cardiologia pediátrica, podendo comprometer o desenvolvimento e a qualidade de vida desde os primeiros meses. Mas o que caracteriza essa condição? Como é feito o diagnóstico? E quais sinais merecem atenção? Para responder a essas dúvidas, o JR 15 Minutos recebe o Dr. Jorge Yussef Afiune, presidente do Departamento Científico de Cardiologia da Sociedade Brasileira de Pediatria.