
O mercado de trabalho jovem no Brasil vive um cenário de contrastes. O país registra recorde de ocupação entre jovens e queda histórica do desemprego desde 2021, mas enfrenta um novo desafio: a baixa permanência no emprego. Segundo o Diagnóstico da Juventude Brasileira, do Ministério do Trabalho e Emprego, mais da metade dos adolescentes trabalhadores fica menos de um ano na mesma vaga. O dado revela mudanças nas relações de trabalho e levanta discussões sobre carreira, retenção e desenvolvimento profissional das novas gerações. Para analisar esse movimento, o JR 15 Minutos ouviu Rodrigo Dib, especialista em carreiras e superintendente institucional e de inovação do CIEE.