
O Oriente Médio volta a ocupar o centro das atenções globais em um momento de tensão máxima e equilíbrio delicado. Um cessar-fogo considerado frágil tenta conter a escalada de conflitos, enquanto ameaças ao Estreito de Ormuz reacendem o alerta sobre o impacto direto no fornecimento mundial de energia. Ao mesmo tempo, a Rússia se posiciona como aliada do Irã, ampliando o risco de internacionalização do conflito. Como se não bastasse, um atentado contra o presidente Donald Trump adiciona uma nova camada de instabilidade a um cenário já volátil. No JR 15 Minutos, o professor Roberto Uebel analisa o que está em jogo, os interesses por trás dos movimentos recentes e se o cessar-fogo representa um caminho para a paz, ou apenas uma pausa estratégica antes de uma nova escalada.