
A ANS autorizou um reajuste máximo de 5,11% para os planos de saúde individuais e familiares. Apesar de ser um dos menores índices dos últimos anos, o aumento impacta milhões de brasileiros e reacende dúvidas sobre como o reajuste é calculado, quando ele pode ser aplicado e quais são os direitos dos consumidores. Quais regras as operadoras precisam seguir? Como identificar cobranças irregulares? E a quem recorrer em caso de problemas? Para explicar o que muda na prática e orientar os beneficiários, o JR 15 Minutos conversa com Patrícia Dias, diretora de Assuntos Jurídicos do Procon-SP.