"Que a minha arte seja transcendental, e que meu corpo seja uma revolução. " Exaltando a liberdade de espírito e a tomada da decisão de se auto-afirmar e resistir contra a maré claustrofóbica de uma multidão fechada em tabus, de encontrar a si mesmo e ao outro. Kaique Theodoro possui uma poesia ácida, muito influenciada por grandes nomes como Cazuza e Ney Matogrosso, narra um pouco da sua (r)existência em um corpo trans orbitando numa sociedade careta, balbuciando loucuras sobre sexo, amor e ódio.