
53% da população brasileira é constituída, em sua maior parte, de pretos e pardos, segundo dados do IBGE. Porém, isso não é refletido na indústria de cosméticos e maquiagem, principalmente na indústria nacional. Dentro desse contexto, surge o racismo estrutural, que podemos exemplificar com essa invisibilização de peles negras no mercado de beleza. Precisamos refletir sobre onde colocamos nosso dinheiro e se somos prioridade nessa indústria. Para conversar sobre esse assunto, conversamos com a maquiadora Thainá Silva e você pode encontrá-la no instagram pelo @thaiiiina_ Nos sigam nas redes sociais: twitter @kilombaspodcast e instagram @kilombaspod