
Ser mulher, mãe, negra, periférica e autista é encarar, ao mesmo tempo, capacitismo, racismo e machismo — violências que historicamente apagam o autismo feminino. Neste episódio, a psicopedagoga e ativista Gaaby Pereira, criadora da Família Afro Atípica (2016), conta como transformou o cotidiano em conteúdo de denúncia e mobilização. Gaaby integra a ABRAÇA e fundou o Instituto Ampara, batalhando por políticas públicas que enxerguem o autismo a partir de uma perspectiva anticapacitista, racializada e territorializada. “Pessoas negras e periféricas não estão nas redes apenas para mostrar o dia a dia, e sim para pedir socorro”, afirma. Roteiro e entrevista: Pedro Favera, Juliana Nascimento, Isadora Ortiz Gravação: AudioLab UERJ | Edição: Pedro Favera | Supervisão: Marcelo Resende LACON / UERJ Coord.: Ricardo Ferreira Freitas | Subcoord.: Vania Oliveira Fortuna Equipe: Marcelo Resende (Qualitec), Isadora Ortiz (voluntária), Juliana Nascimento, Laiza Villaça, Pedro Favera, Pedro Rubim (estagiários) O Laboratório de Comunicação, Cidade e Consumo da UERJ conta com apoio da FAPERJ e do CNPq.